quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Articulação dos modelos com os critérios de ação pastoral (ferramentas para a compreensão da realidade)

   
Ação Pastoral

Modelos

Tradicional


Comunitário


Evangelizador


Libertador

Origem
Critérios



Continuação da missão de Cristo






Teândrico
A cultura cristã transmite elementos e valores da fé – caráter divino mais marcado pela imagem de sociedade perfeita   

Igreja como comunhão comunitária, sacramento que provém de Jesus Cristo

A Palavra de Deus é fonte e origem da evangelização, vida e ação eclesial e pastoral

Igreja – sacramento de união entre Deus e a humanidade e desta em si

Sacramental
Ação litúrgica potenciada – sacramentos são cura animam -individualismo
A liturgia é comunitária – a Palavra de Deus é fonte e origem da evangelização

Sacramentalidade significativa e eficaz – liturgia evangelizadora

Conceção sacramental da Igreja – o Evangelho é força libertadora


De conversão
Conversão por osmose - Educação, costumes, meio de crescimento do homem
Comunidade – serviço de salvação da comunidade humana, que mostra o poder transformador do Amor que salva

Infantilismo religioso – falta de conversão

Salvação oferecida

Pela transformação – Catequese é fonte da praxis libertadora

Caminho para o Reino

Historicidade
Aspetos antropológicos pouco considerados

A dinâmica e a história são valorizadas
Conceção antropológica da doutrina oferecida pela Igreja
A Igreja dá significado ao reino para o instaurar na dimensão histórica

Sinais dos tempos
Não intervêm na programação e projeção da ação pastoral- não há atitude crítica

Abertura aos sinais dos tempos e sua leitura

Abertura da Igreja ao mundo. A Igreja é sacramento para o mundo

Tomada de consciência da situação real concreta da sociedade

Universalidade
Força social da Igreja – mundo cristão - massificação
Vivência comunitária da fé – eclesiologia do Povo de Deus
O mundo destinatário do ser e ação da Igreja
Transformação da situação social pela  evangelização para que o anúncio seja eficaz 

Presença e missão no mundo


Diálogo
Autocompreensão da Igreja – não há diálogo – leigos
são passivos
Participação e corresponsabilidade de todos os membros da comunidade
Respeito pela dignidade e autonomia da humanidade – serviço da Igreja
Diálogo com o mundo em busca de compromisso para uma sociedade mais justa


Encarnação

A missão de Cristo é continuada pela hierarquia da Igreja
Igreja incarnada para serviço ao mundo, evangelização e liturgia
Igreja – sacramento do amor e salvação de Deus para a humanidade de hoje
A ação pastoral é a libertação daquilo que escraviza o ser humano, como sinal da presença do Reino

Missão
Igreja que não evangeliza, só alimenta
Missionária e catecumenal para evangelizar
Autentificação da comunhão evangelizadora – função profética
Igreja ao serviço do Reino – ação sócio-caritativa

A pastoral, hoje, também está desafiada a fazer do presente um tempo messiânico – um kairós. O “ainda não” da esperança cristã precisa tocar o “já” do nosso momento presente, na vida pessoal e social do quotidiano. O Reino de Deus só é salvação se for salvação para nós hoje, experimentado e tocado em vivências concretas, pois a salvação é um fim que se dá no caminho.
Todo compromisso pastoral brota de um discernimento da realidade, pois a finalidade da evangelização é impregnar a história dos mistérios do Reino de Deus e transfigurar em Cristo tudo o que está desfigurado por tantos sinais negativos. Uma vez que a Palavra de Deus quer ser salvação para nós hoje, não há fidelidade ao evangelho sem fidelidade à realidade. É preciso, pois, ter a coragem de mudar a roupagem, de abandonar formas de ação e estruturas obsoletas, para que a Mensagem seja, para nós, nova em cada manhã. A ação da Igreja só será equilibrada, justa e inclusiva se refletir, de forma permeável, estas quatro formas de mediação.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Presença das formas principais da ação evangelizadora da Igreja e da sua articulação no Plano Pastoral da Diocese de Coimbra 2013/2016

Os desafios da atualidade pedem à Igreja que repense profundamente a sua missão, à luz do grande acontecimento que foi Vaticano II, no sentido de que esta seja uma continuação efetiva da missão evangelizadora de Cristo: o anúncio da Boa Nova do Reino e sua presentificação. A salvação anunciada por Cristo é transcendente e escatológica, pois já tem certamente o seu começo nesta vida, mas terá realização completa na eternidade.
A primeira Carta Pastoral do Bispo de Coimbra, intitulada “A alegria de crer e o entusiasmo de comunicar a fé”, procurou ajudar a Igreja da diocese a sintonizar com a Igreja Universal, convocada pelo Papa Bento XVI para ajudar a entrar em profundidade no mistério da fé que professamos, celebramos, rezamos e vivemos.
Assim o Plano delineado pelo Secretariado de Coordenação Pastoral traça como grande linha de força a evangelização em ordem ao desabrochar da fé em Jesus Cristo como o único Salvador (Diaconía), à inserção na vida eclesial (Koinonía) como lugar de vida e anúncio (Martyría) e à transformação do mundo por meio do testemunho dos critérios evangélicos (Liturgia). Aqui se verifica a presença da constante articulação e dinamismo unificador entre as mediações evangelizadoras da ação da Igreja que fazem desta um todo orgânico, sinal de discernimento, de autenticidade cristã e eclesial presente na ação pastoral ligada ao serviço e à comunhão.  
A diminuição acelerada da prática religiosa, a escassa presença e participação dos jovens na vida da comunidade cristã, o distanciamento da cultura em relação à fé e o ordenamento da vida social e moral fora dos parâmetros dos valores cristãos  são alguns dos sintomas mais evidentes de que somos um vasto mundo a evangelizar, e, por isso, este plano pastoral apresenta a Diocese de Coimbra como terra de missão, terreno a evangelizar. São necessários sacerdotes e leigos, uns e outros a assumir a sua vocação e missão.
Ao definir e formular a missão (Diocese de Coimbra, comunidade que vive a fé e anuncia o Evangelho como caminho de encontro pessoal com Cristo, Único salvador, e com a sua Igreja)  e a visão (Alicerçados em Cristo, formamos uma comunidade de discípulos para o anúncio do Evangelho) para a Diocese de Coimbra no tempo presente, este plano pastoral busca progredir na conquista de 4 objetivos que pretendem traçar um caminho de aprofundamento da fé e fazer crescer o dinamismo de discípulos-missionários: 1º proporcionar o encontro pessoal com Cristo através do primeiro anúncio; 2º criar o dinamismo do discipulado missionário nos membros da comunidade cristã; 3º criar nos cristãos o «sentido de pertença» eclesial; 4º fomentar a corresponsabilidade pastoral nas unidades pastorais. Além da vertente do anúncio e da formação sólida dos que formam a comunidade de discípulos, o Plano Pastoral pretende atender também à edificação da comunhão e à renovação das estruturas eclesiais; dará ainda prioridade, no diálogo com o mundo, àquilo que é património comum de cultura e valores com esse mesmo mundo.
Embora os quatro objetivos definidos no Plano Pastoral sejam entendidos como um todo a implementar na vida da Igreja diocesana, o ano passado intensificou-se a reflexão e a ação em torno do primeiro, centrado no encontro pessoal com Cristo através do primeiro anúncio (ação missionária). Para o ano de 2015, propôs-se como ponto forte o segundo objetivo, que se refere à implementação de dinamismos conducentes à criação de comunidades de discípulos missionários(ação catecumenal).
No entanto, não haverá crescimento nem da comunidade, nem do anúncio, sem testemunho de vida (presença e ação no mundo) e sem caridade (ação pastoral), que permanecem como valores subjacentes, permanentes e transversais . O testemunho da vida cristã é a primeira e insubstituível forma de missão (Exortação Apostólica Redemptoris Missio 42-43).
Neste tempo de prova que impulsiona o eu, urge promover antes a comunidade como sacramento, porque é nela que a comunhão com Cristo se realiza. Todos somos chamados a sentir-nos Igreja em estado de missão: Ai de mim se não evangelizar, pois esta é a nossa identidade de comunidade cristã.
Este Plano Pastoral tem em conta todas as realidades da diocese e é nelas que a Igreja é chamada a ser sal e luz. Reflete a urgência da mudança de atitude e da conversão pastoral, reestruturando laços (modelo comunitário), para que a Igreja seja uma Igreja em estado de missão, de acordo com o pedido do Papa Francisco na sua Exortação Apostólica Evangelii Gaudium e para que  99% das ovelhas do Rebanho do Pastor não se percam.

Fontes: Sotomayor, Alberich Emilio, Catequesis Evangelizadora, Manual de catequética fundamental, Editorial CCS, Madrid, 2003, pás. 45-63 e  Plano Pastoral da Diocese de Coimbra para o triénio 2013-2016

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

O que distingue a Teologia Prática das outras áreas do saber teológico, no contexto de universidade?

A Teologia Prática (TP), como disciplina teológica, distingue-se da Dogmática, da Sistemática, da Bíblica e da Histórica, pois surge para corrigir a própria Teologia, de cariz apologético, questionada pela razão iluminista que se havia desviado da sua genuína vocação: a prática eficaz da fé. A Teologia estava distante da vida da Igreja. No entanto, a TP só encontra o seu lugar específico numa relação dinâmica de abertura com aquelas disciplinas e também com as ciências humanas que são fundamentais na descrição e compreensão da vida da comunidade cristã, objeto da TP.
Schleiermacher concebeu a Teologia Prática como a disciplina que se ocupa com a técnica da condução e aperfeiçoamento da vida da Igreja. Cabe-lhe fornecer os meios, os imperativos da ação, através dos quais a hierarquia da Igreja dirige e regulamenta as funções e as manifestações da vida eclesiástica, tais como o culto, a catequese, o aconselhamento e a própria forma da vivência comunitária da fé.
Para Karl Ranher toda a Teologia deve ser pastoral e toda a pastoral deve ser Teologia, considerando a pastoral quase como um critério de avaliação da Teologia. Por sua vez, Norbert Greinacher entende a TP como a disciplina à qual cabe intermediar o diálogo e a reflexão entre a teoria teológica (teologia) e a prática da Igreja (pastoral), atribuindo-lhe o papel de consciência prática da Teologia.
Não há teologia que não seja prática: prática de quem reflete e de quem aprende, prática nos campos que cada um constrói. É aí que a Igreja está em movimento e a comunidade se edifica. Toda a teologia que tem Jesus Cristo como fundamento precisa de ser prática, pois resulta do seguimento da sua cruz. Do estudo da ação humana, a TP perspetiva a ação eclesial, aqui e agora, na sua projetualidade, sob o horizonte hermenêutico da fé, assente no princípio da Encarnação, que une o divino perene e o humano limitado, implicando conversão.
O método da TP assenta numa correlação assimétrica entre a fé e a história (a razão). Parte da observação dos problemas, necessidades e anseios do mundo de hoje, reflete sobre eles, analisa-os à luz dos fundamentos da Revelação e Tradição cristãs de uma forma científica e propõe linhas de ação, projetos, programas. Estes serão caminho de prática da Igreja, enquanto Povo de Deus comprometido, em comunhão, órgão vivo de salvação que atua com discernimento, em contínuo diálogo, por influxo do Espírito Santo.
A Teologia Prática é, segundo Silva Lima, fazer prática da Teologia na edificação quotidiana das comunidades. Reproduzindo Schleiermacher, é a copa da árvore que oxigena o próprio tronco, quando esta ameaça secar. Por isso, deve manter uma atitude reflexiva e autocrítica, estando consciente das razões teológicas que a norteiam e não esquecendo o compromisso com o Evangelho e a sua função profética.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

A missão da Igreja


Qual a atualidade pastoral do II Concílio Vaticano?


                                       Fonte: Ramos, Julio A., Teología Pastoral, ed. BAC, Madrid, 1995, pp. 55-100.


Proponho que façamos uma pequena viagem pela Gaudium et Spes, Constituição pastoral do Vaticano II, com o intuito de compreender se efetivamente há atualidade na sua ação. Não se pode, no entanto deixar de evidenciar as três constituições dogmáticas que a precederam, pois são a sua fundamentação: Dei Verbum, Sacrosanctum Concilium e Lumen Gentium.
        Este Concílio, convocado em 1962 pelo Papa João XXIII, num período pós-guerras mundiais, foi o concílio do aggiornamento da Igreja, isto é, da atualização e renovação da sua vida pastoral. Mais importante do que as ideias, trouxe um espírito novo, radical, que transformou a Igreja dando-lhe uma postura de diálogo e compromisso, partindo da sua autoconsciência.
        A redação da Constituição Pastoral, que foi o último documento do Concílio, deu um novo sentido à pastoral e à presença da Igreja no Mundo. A renovação da Igreja pela abertura ao mundo é fundada em razões teológico-cristológicas. Da mesma forma que Cristo, participando na natureza humana pela Encarnação nos fez participar da Sua divindade, também a Igreja participando na vida da humanidade lhe participa a vida de Deus. O espírito dialógico da Constituição vai permitindo à Igreja redigir uma antropologia cristã, que a aproxima do mundo. Procura-se consumar a história humana em história da salvação e, assim, quando o Reino de Deus chegar não haverá distinção entre Igreja e Mundo: todos farão parte do Reino. A história humana é vista como sinal revelador de Deus e campo de ação de Deus. É a Igreja que na sua missão vai transformar a realidade a partir da esperança no Reino.
        É importante realçar que o método da Constituição Pastoral, fruto do Concílio, teve por alicerces e fundamento o movimento de Pastoral de Conjunto, de origem francesa e outros movimentos apostólicos, com o método da revisão da vida da Igreja, a encíclica de João XXIII, Pacem in terris, que já remetia para a consciência da natureza humana e para a necessidade da colaboração entre os cristãos e os homens não crentes e a encíclica Ecclesiam suam, do Papa Paulo VI, que, por sua vez, afirmava a necessidade da Igreja se autoconsciencializar e se renovar e de conhecer o mundo moderno.
        Cristo é o centro da Constituição Pastoral, mas a linha cristocêntrica defendida por Paulo VI e pela Lumen Gentium, que partia de Cristo para iluminar o magistério da Igreja é vivida de uma forma nova. Parte-se agora da humanidade para chegar a Cristo, indutivamente, mas também dedutivamente: a humanidade é a origem, todavia a resposta que a Igreja oferece é oriunda dum dom, do acontecimento da Revelação, da práxis cristológica. Isto prova a missão religiosa da Igreja: esta é hoje a encarnação na realidade que foi Cristo outrora. A missão de Cristo universaliza-se no serviço da Igreja ao mundo de hoje, crente e não crente, pela ação do Espírito Santo, uma vez que esta é sacramento originado na sacramentalidade do Verbo encarnado.
        Cristo ensina a lei fundamental da perfeição humana, no caminho para a comunidade nova que é anunciada e antecipada pela Igreja, na vivência da fé e dos sacramentos: o mandamento do Amor. Então Cristo é o acontecimento do passado histórico, mas também do presente e do futuro escatológico.
O Vaticano II descentraliza as ações sacerdotal, profética e transformadora da Igreja, dando também ao comum cristão estas funções. O batismo iguala todo o cristão, permitindo a evangelização por uma nova conceção de Igreja.
Concluindo, e porque estamos num segundo momento de receção conciliar, o Vaticano II, suportado por todos os documentos dele emanados que não perderam qualidade, continua a ser importante pela capacidade que teve para dar uma nova imagem ao ser da Igreja. Os seus ensinamentos revelam-se particularmente pertinentes em relação com as novas instâncias da Igreja e da sociedade atual globalizada. Porém, a nova geração já não é o contexto conciliar e constata-se que parte das ideias novas do concílio ainda não foram desenvolvidas, quer por clérigos, quer por leigos. Há que voltar a refletir sobre estes ensinamentos e sobre a sua aplicação. Há que aproveitar os trilhos abertos pelo diálogo, renovação, atualização e escuta permanente dos novos sinais dos tempos, através dos quais Deus se manifesta e caminhar rumo a uma ação pastoral fundamentada em Cristo, no mundo e no Reino. Os valores inegáveis do aggiornamento da Igreja requerem uma verdadeira conversão do coração para que sejam fruto do Espírito Santo e não meras palavras invocadas.


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Visão Diacrónica da Teologia Prática


Séculos
Anos

Espaço

História Universal

Teologia Geral

Teologia Prática
(TP)

Séc. XVIII


1760



1774

1776



1789

França e Europa
  
Inglaterra

Portugal

Áustria

Estados Unidos da América


França


Europa
Mundo

·   Iluminismo

·   Absolutismo
·    Revolução industrial

·    Governo de Marquês de Pombal
·    Josefinismo

·   Revolução Americana



·    Revolução Francesa

·     Revoluções burguesas
·     Hegemonia britânica
(capitalismo industrial)



Eclesiologia tridentina unilateral e hierárquica


Teologia do Iluminismo


A Igreja ao serviço do Estado


Pobre reflexão teológica










·    Nascimento da Teologia Prática

·  conceção antropocêntrica da Pastoral: pragmática (conjunto de normas), utilitária, racionalista, moralista e pouco teológica

·  TP = arte

·  TP é instituída como disciplina universitária

Séc. XIX











1861-65



1869





1871

1876

Portugal e Europa

Alemanha
(Escola de Tubinga)




Europa

EUA



Itália





Alemanha

EUA

·   Invasões francesas


·    Desenvolvimento da Filosofia alemã

·     Romantismo



·   Industrialização

·   Guerra Civil Americana

·   Abolição da escravatura

·   Concílio Vaticano I




·   Unificação da Alemanha

·   Alexander Graham Bell inventou o telefone



Orientação bíblio-teológica: a vida como fundamento da Igreja, mantida pelo Espírito Santo e pela relação com o Verbo encarnado – teologia do Romantismo

A.Graf: Igreja é comunidade viva que se autoedifica na história

Teologia apologética

Definição da doutrina da fé católica, do primado e da infalibilidade do Papa


Cristologia descendente:
resignação, expiação e poder (teórica)
  
           Criatividade quase nula


·  Pastoral baseada na Sagrada Escritura – o pastor é alter Christus e investe-se na catequese

·  identificação entre
sacerdote, pastor e Igreja


·  TP adquire caráter científico



·  Pastoral de cristandade conservadora, dependente do direito canónico

·  Os leigos são sujeitos passivos e recetivos da ação pastoral

Séc. XX

1910

1914-1918


1939-1945



1962




1974



Portugal




Mundo



Itália




Portugal



·     Implantação da República
·     Primeira Guerra Mundial

·     Segunda Guerra Mundial



·     Concílio Vaticano II



·     Revolução de 25 de Abril

H. Swoboda

Cristologia ascendente (prática)

Mistici Corporis Christi

Comunidade cristã ativa: Boulard

Igreja=sacramento universal de salvação

Constituição pastoral 
Lumen Gentium
Gaudium et Spes
  Humanae Vitae

Magistério teológico de K. Rahner

·  Pastoral missionária progressista, libertadora

·  Pastoral estuda a ação da Igreja

·  Pastoral de conjunto

·  Pastoral alicerçada em fundamentos teológicos

·  Pastoral é a ciência da autorrealização da Igreja

·  Todos os membros da Igreja são objeto da ação pastoral


Séc. XXI

2001



2003


2004


2008









2009





2010






2015



EUA



Iraque


Tailândia


China


EUA






Mundo





Haiti



·     Queda das Torres Gémeas
·     Início da guerra contra o Regime Talibã
·     Invasão do Iraque pelos EUA e aliados

·     Tsunami no Oceano Índico

·     Terramoto de 7,9 (ER)


·     1º presidente negro dos EUA

·     Recessão económica mundial que inicia nos EUA

·     Prémio Nobel da Paz é para Obama


·     Primavera Árabe


·     Terramoto





Recurso da Teologia às ciências sociais para a conhecimento do mundo

Autocrítica profunda da Igreja



Deus caritas est: sobre o amor cristão

Spe Salvi: sobre a esperança cristã






Doutrina da sacramentalidade da Igreja



Evangelli Gaudium: sobre o anúncio do Evangelho no mundo atual

Lumen Fidei: sobre a fé

Laudato Si: sobre a ecologia



















Desenvolvimento da
doutrina da pastoral de conjunto, que segue o paradigma da Igreja Comunhão e Caridade

















Ramos, J.A., Teología pastoral, ed. BAC, Madrid 2006, págs.34-54