A disciplina nasce
como ciência apenas em 1774, por decreto da imperatriz austríaca Maria Teresa,
embora já no século XIII se tivesse decretado o ensino do trabalho pastoral e
da prática da confissão, a par com o ensino das Escrituras.
De uma
primeira visão antropocêntrica, ligada ao Estado absoluto, a teologia pastoral passa
por uma visão bíblica, centrada no sacerdote alter Christus. Reconhece, depois, o seu caráter científico e
pragmático, de dimensão eclesiológica e volta a centra-se no pastor, por volta
da segunda metade do século XIX.
Após o
concílio Vaticano II, K. Rahner dá à teologia pastoral um novo impulso, como
ciência da autorrealização da Igreja à luz do contexto atual e mundial. Porém,
fez-se uma eclesiologia demasiado existencial e menos de ação.
A teologia do povo de Deus, a eclesiologia de
comunhão e a eclesiologia sacramental farão arborescer a pastoral de conjunto de Boulard, que
se procura hoje, alicerçada na Constituição Dogmática Lumen Gentium sobre a Igreja, o tronco do Concílio Vaticano II.
Sem comentários:
Enviar um comentário